Eu olho para meus pedaços. Músicas, poesias, contos, palavras aleatórias... Vários inícios sem final. Não acredito que mereçam uma continuação. Não vejo dignidade neles. Não há beleza poética - não há poesia -. São apenas nuvens soltas em um céu azul-desbotado.
Azul desbotado, desgastado, pálido, sem cor. Meu céu. Não faço a mínima força para que esse texto seja feliz. Não estou feliz agora, mas sei que quando começo a escrever, vou sendo purificado.
Canalizando as dores e sofrimentos através das palavras, externalizo meus sentimentos.
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