quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Escrever


Eu olho para meus pedaços. Músicas, poesias, contos, palavras aleatórias... Vários inícios sem final. Não acredito que mereçam uma continuação. Não vejo dignidade neles. Não há beleza poética - não há poesia -. São apenas nuvens soltas em um céu azul-desbotado.

Azul desbotado, desgastado, pálido, sem cor. Meu céu. Não faço a mínima força para que esse texto seja feliz. Não estou feliz agora, mas sei que quando começo a escrever, vou sendo purificado.

Canalizando as dores e sofrimentos através das palavras, externalizo meus sentimentos. 

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